RÁDIO NOVO SOM

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

A INVENÇÃO DO INIMIGO

A Invasão do inimigo

Ap 6:8) “Perguntou-lhe Jesus — Qual é o teu nome? — Legião. “Responderam eles” (Lc 8:30).

A Criação, do Homem.

Juntos Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. (ou seja, a trindade) Reunidos disseram; vamos fazer uma criatura parecida conosco. Ele vai comandar toda a terra. Assim criou Deus o homem de barro “que quer dizer Adão ou primeiro homem” este se sentia só e começou a ficar muito triste, o Senhor mandou que ele fosse dormir.

Enquanto dormia Deus lhe tirou uma costela, e da sua costela fez a mulher “que quer dizer Eva”. Depois lhe apresentou dizendo: Adão esta aqui é sua esposa.
Assim no sétimo dia depois da criação o Senhor Deus descansou, então o diabo aproveitou-se deste dia para tentar ambos os fazendo comer da árvore que Deus ordenou que não comessem.

Tudo começou no jardim do Éden, um lugar cheio de beleza por toda parte onde vivia um casal muito feliz, pois eram puros, sem nenhuma maldade, ali eles corriam e brincavam sem se preocupar com nada a não ser com o seu pai (Deus) todos os dias Ele vinha ver como estavam os seus filhos. E ordenou-lhes dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente; mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. Assim viviam em obediência. Eram tão felizes e puros que nem percebiam que viviam nus, não havia neles o desejo carnal da prostituição, da impureza, da idolatria, da inimizade, do ciúme, da inveja, da orgia e das brigas.

Uma ordenança fora dada por Deus que ali no jardim eles podiam comer de todas as frutas que houvesse nos pomares, menos uma, aquela que se encontrava no meio do jardim a árvore do conhecimento do bem do mal, uma árvore de difícil acesso posta ali para dificultar a retirada de seus frutos.

O lugar todo pertencia a eles, e neste lugar só existia o amor, a bondade entre ambos, além da fidelidade, da longanimidade “tempo que não tinha hora, nem se contavam os dias de sua morte, pois jamais morreriam”, e o domínio próprio.

Mas certo dia estava à mulher colhendo os frutos para o almoço, quando de repente a pareceu diante dela uma serpente falante. Intrigada? Aproximou-se para ver de perto o que fez aquela serpente falar, já que dentre todos os animais era ela e o homem que falavam. “E essa curiosidade lhe custou muito caro”. Chegando mais perto perguntou — Como é que você fala? Ao que respondeu a serpente — Digamos que eu sou diferente! O mais esperto dentre todos os animais que vivem aqui. — Bem, se você é tão esperta assim como diz ser, porque é que você não anda, não come os frutos do jardim e além do mais tem esta aparência horrível, hi, hi, hi, hi, hi, riu a mulher com um ar de deboche.

Dos olhos esbugalhados da serpente saíra um brilho de ódio, deu uma disfarçada, pois naquele momento lhe faltara à voz, mas logo voltou ao normal, ou seja, a uma aparência de serenidade, de boazinha, mas por traz desta aparência se escondia uma maquiavélica personalidade. - Pois, é você é muito bonita e cheia de vida, tem um belo corpo, e um bonito homem (esposo), aqui você não tem falta de nada, a não ser, uma coisinha insignificante. 

O que é? — Você achar que é muito feliz com o seu marido não é? — Sou sim! — Como você pode ser feliz vivendo essa vida, se nem sabe que é uma mulher e tem do seu lado um homem? — Bem! Para nós não importa o que você pensa, o que realmente importa é que somos felizes assim — Quando você olhar para ele o que você sente — Nada. — Você não sabe nada da vida nem o que esta perdendo — O que por – exemplo — Bem, você diz que é feliz, eu não quero estragar a sua felicidade. — Escuta aqui dona serpente, o que você sabe que eu não sei, hã? — Bem, já que você insiste vou contar.

O que Deus disse a vocês? Disse para não comerem dos frutos daquela árvore ali “apontou para a árvore que estava cheia de frutos” não foi?— Foi sim. — É por que Ele não quer que vocês descubram á verdade. — Por quê? E que verdade? — Bem, se vocês comerem destas frutas, ficaram livres para fazerem o que bem quiserem sem ter que dar satisfação a Ele. — Não! Deus disse claramente para não comermos, pois no dia em que comermos morreremos. — Que morre que nada, a verdade é que Deus sabe que no dia em que vocês comerem daqueles frutos, vocês enxergaram a verdade e passaram ser sabedor de todas as coisas, ou seja, do conhecimento do bem e do mal. — Não é possível que esteja dando ouvido a uma serpente, devo está ficando maluca, só pode ser.

A serpente, com um sorriso cheio de maldade entre os dentes horripilantes, disse: é mulher vejo que você não acredita no que estou te contando, paciência.
Ai saindo sorrateiramente, quando a mulher falou: — Mais é muito difícil tirar os frutos, pois esta árvore é muito alta, com um olhar triste para a árvore, convencida que o que a serpente falou era verdade.

A serpente é claro com um sorriso muito irônico disse: não tem problema eu ti ajudarei, e foi balançar a árvore, até que começaram a cair muitos frutos. Entretanto a mulher pegou um meio que desconfiada, olhou para ele, a serpente continuou a instigá-la — Come, come logo... E você vai conhecer a verdade.
Então ela comeu logo como se fosse uma escama ou algo parecido caíram dos seus belos olhos e viu o seu corpo escultural, com belas curvas, uma pele que não era branca nem escura, mais com uma cor que representava todas as mulheres do mundo. Quando acabou de comer a serpente quase deu um grito, não de alegria ou de satisfação, mas de crueldade, se estremeceu, rolou pelo chão, subiu nas árvores, mas logo se conteve, ainda faltava o homem comer para sua vitória ser completa.

Depois deste acontecido a mulher ajuntou os frutos que restara e levou-os ao lugar que o homem estava. Ela o vendo sentiu um desejo carnal viu também quanto o homem era bonito, forte e musculoso. Chegando perto lhe deu a cesta cheia de frutos, e sentou-se a sua frente para ver se ele também lhe achava bonita, este, entretanto só olhava para os frutos meio que desconfiado, pegou um admirado já que nunca tinha visto nada comparado àqueles frutos, mas mesmo assim comeu com muito prazer, de repente viu-a sentada a sua frente e achou-a muito bonita com todos os requisitos que já citei. E perguntou; — O que é isso que você tem ai pendurado? Com os olhos fitos em seus

seios. Fez um comentário: o que é isto pendurado. — A mulher é claro sem saber como o responder disse: eu é que sei, e encabulada retirou-se dali, é claro que ele foi atrás dela.

A serpente gritava, gritava eu venci, eu venci finalmente eu venci. (É bom lembrar que Adão significa o primeiro homem e Eva à primeira mulher e são ambos os pais da humanidade).

Ig Ass Tabernáculo de Davi
Pastor Pedro Alves

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