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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O DILÚVIO


O Dilúvio

O termo dilúvio refere-se a uma grande quantidade de chuvas, capazes de inundar e devastar toda uma região. Em sentido estrito, Dilúvio, segundo diversas mitologias, foi uma terrível inundação que teria coberto todo o mundo, ou ao menos terras ancestrais de determinados povos. Ao menos parte da comunidade científica também acredita que estes inúmeros relatos, em diversas culturas, possam representar uma grande inundação real que causou grande impacto na história da humanidade.

Um acontecimento como o dilúvio deixaria suas marcas no planeta. E há evidências. Há sedimentos e fósseis marinhos em todas as grandes montanhas do mundo. Os registos históricos mais antigos que se conhecem têm cerca de quatro mil e quinhentos (4500) anos. São dessa época as civilizações mais antigas. Igualmente, digno de nota é o fato de nas mais variadas culturas, em todos os continentes, existirem tradições que aludem à ocorrência de um dilúvio global, com paralelismos espantosos entre sí, tendo sido documentadas mais de 250, em contextos culturais diferentes. Há evidências crescentes de que algo de "excecionalmente catastrófico" aconteceu há alguns milênios atrás. É significativo que nos cumes das montanhas mais elevadas, incluindo o Everest, a montanha mais alta do mundo, se encontram sedimentos das “profundezas” do mar e fósseis de moluscos.
Os "antropologistas" dizem que há mais de 270 narrativas do dilúvio em povos e culturas diferentes do mundo, e todas elas, coincidentemente, são no início destas civilizações. Para a civilização ocidental, a história mais conhecida a respeito do dilúvio é a da Arca de Noé, segundo a tradição judaico-cristã. O Dilúvio também é descrito em fontes americanas, asiáticas, sumérias, assírias, armênias, egípcias e persas, entre outras, de forma basicamente semelhante ao episódio bíblico: uma divindade decide limpar a Terra duma humanidade corrupta e escolhe um homem bom aos seus olhos para construir uma arca para abrigar sua criação enquanto durasse a inundação. Na verdade, Deus estava disposto a acabar com toda a humanidade, porém Noé foi agraciado por Deus porque era varão temente a Deus e não se deixou corromper. Após um certo período, a água baixa, a arca fica encalhada numa montanha, os animais repovoam o planeta e os descendentes de Noé geram todos os povos do mundo.
As Gerações De Adão

Este é o livro das gerações de Adão. Desde o dia em que Deus criou-o, à sua imagem e semelhança assim começa a narrativa das gerações de Adão. Os dias que Adão viveu foram cento e trinta anos, até o nascimento do terceiro filho chamado Sete. Depois que gerou a Sete, viveu mais oitocentos anos; e gerou filhos e filhas. Vivendo até os novecentos e trinta anos.

A Cronologia

Adão aos 130 anos gerou a Sete. Sete por sua vez gerou a Enos aos 105 anos. Enos aos 90 anos gerou a Cainã outras traduções diz Quenã. Aos 70 Anos gerou a Maalalel. Maalalel viveu 75 anos, e gerou a Jarede. Jarede viveu 162 anos, e gerou a Enoque. Enoque viveu 65 anos, e gerou a Matusalém. Matusalém viveu 187 anos, e gerou a Lameque. Lameque viveu 182 anos, e gerou Noé. E era Noé da idade de 500 anos; e gerou Noé a Sem, Cão e Jafé. Adão viveu até aos 46 anos de Lameque faltando 136 anos para o nascimento de Noé, morrendo aos 930 anos. Se contar que o homem foi posto no jardim do Éden com todas as faculdades mentais de um adulto. Há de se deduzir que as primeiras contagens de sua vida foram através das estações das frutas (cada árvore dava e ainda dar seus frutos em cada estação, como acontece nos dias de hoje). Por esses dados fica pouco provável ter uma cronologia dos dias do homem, já que existem árvores que dar seus frutos duas ou mais vezes durante o ano.


A outra contagem pode ter sido e é a mais provável, é a lunar. Já que a lua cheia aparece uma vez no mês, sendo esta a considerada a mais correta, o homem através da lua cheia passou a contar seus dias, de mês em mês. Por essa matemática o escritor somou a idade média do ser – humano. Se a cada mês tem uma lua cheia durante um ano temos 12 luas cheias, agora multiplicado por 930 anos, temos uma soma de 11.160 luas cheias ou mês. É claro que aparecerá alguém que conteste, mas mostre-me outra forma, já que a escrita só foi inventada por volta de 1800 a.C. 

Ig Ass Tabernáculo de Davi
Pastor Pedro Alves

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